Pequenez deliberada
Recusamos a ideia de que um estúdio precisa crescer indefinidamente. Aceitar menos projetos é o que nos permite estar presentes em cada um deles.
Doze anos, dois sócios fundadores, vinte e dois engenheiros, um único endereço nos Jardins. Tudo o que produzimos é registrado, conferido e assinado.
Joaquim Versani e Helena Bittencourt deixaram casas bancárias de atacado e consultorias estratégicas para abrir um pequeno atelier de engenharia. Tinham uma única regra: nunca aceitar mais projetos do que conseguissem conduzir pessoalmente.
Doze anos depois, a regra continua. Aceitamos seis novos engajamentos por ano e crescemos apenas o suficiente para acompanhar o ofício — nunca além. Hoje somos vinte e dois engenheiros distribuídos entre o atelier dos Jardins e três estúdios satélites em Recife, Curitiba e Lisboa, sempre com um sócio responsável por cada peça.
Servimos bancos centenários, redes de saúde, instituições culturais e fabricantes de bens duráveis. Não atendemos categorias específicas — atendemos clientes que tratam tecnologia como matéria viva.
Recusamos a ideia de que um estúdio precisa crescer indefinidamente. Aceitar menos projetos é o que nos permite estar presentes em cada um deles.
Tratamos código como texto: precisa de revisão, edição, e às vezes de cortes generosos. Nada vai ao ar sem leitura cruzada por outro engenheiro.
Cada escolha arquitetural fica documentada em um arquivo curto. Cinco anos depois, qualquer engenheiro entende por que algo foi feito daquele jeito.
Estimamos com transparência. Quando algo demora mais, dizemos. Quando termina antes, devolvemos as horas. A relação financeira é tão limpa quanto o código.
Buscamos arquiteturas que envelhecem bem. Preferimos ferramentas maduras a novidades vistosas — e isso nunca foi um sacrifício estético.
Permanecemos doze meses após o lançamento como custódios técnicos. Depois, sua equipe assume — com toda a documentação, todo o conhecimento, sem amarras.
Há dezoito outros profissionais no atelier. Estes quatro sócios são quem responde por cada compromisso firmado.
Quinze anos em sistemas de pagamento e infraestrutura bancária. Conduz o estúdio nos engajamentos de núcleo financeiro.
Engenheira eletrônica com passagem por consultoria estratégica. Lidera os trabalhos com instituições culturais e editoriais.
Vindo da pesquisa em sistemas distribuídos. Custódio técnico de quatro plataformas em produção desde 2018.
Doutora em sistemas inferenciais pela USP. Conduz os engajamentos com pesquisa, saúde e logística de cadeia longa.
Um estúdio é uma biblioteca de decisões. Cada projeto que conduzimos torna o próximo um pouco mais lúcido.
Escreva diretamente a um dos sócios. Lemos cada mensagem com atenção, e respondemos em até dois dias úteis.
[email protected] Iniciar conversa